Há momentos em que é preciso mudar. Aí paramos, avaliamos, decidimos e seguimos em frente.

sexta-feira, abril 30, 2010

Um homem Inteligente Falando das Mulheres

Olá meninas,
E por falar em auto-estima, recebi o texto abaixo, de autoria de Luiz Fernando Veríssimo, que fala que a mulher deve “ser muito bem tratada” – rs. Ora, se um homem pensa isso, nós então, não devemos ter dúvidas a respeito. Leiam e reflitam. Mesmo que já conheçam o texto, vale a pena ler de novo.
Um beijo e bom fim de semana.

"O desrespeito à natureza tem afetado a sobrevivência de vários seres e entre os mais ameaçados está a fêmea da espécie humana.
Tenho apenas um exemplar em casa,que mantenho com muito zelo e dedicação, mas na verdade acredito que é ela quem me mantém. Portanto, por uma questão de auto-sobrevivência, lanço a campanha 'Salvem as Mulheres!'
Tomem aqui os meus poucos conhecimentos em fisiologia da feminilidade a fim de que preservemos os raros e preciosos exemplares que ainda restam:
1. Habitat
Mulher não pode ser mantida em cativeiro. Se for engaiolada, fugirá ou morrerá por dentro. Não há corrente que as prenda e as que se submetem à jaula perdem o seu DNA. Você jamais terá a posse de uma mulher, o que vai prendê-la a você é uma linha frágil que precisa ser reforçada diariamente.
2. Alimentação correta
Ninguém vive de vento. Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem, sim, e se ela não receber de você vai pegar de outro. Beijos matinais e um 'eu te amo’ no café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia. Um abraço diário é como a água para as samambaias. Não a deixe desidratar. Pelo menos uma vez por mês é necessário, senão obrigatório, servir um prato especial.
3. Flores
Também fazem parte de seu cardápio – mulher que não recebe flores murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade.
4. Respeite a natureza
Você não suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia, discutir a relação? Se quiser viver com uma mulher, prepare-se para isso.
5. Não tolha a sua vaidade
É da mulher hidratar as mechas, pintar as unhas, passar batom, gastar o dia inteiro no salão de beleza, colecionar brincos, comprar muitos sapatos, ficar horas escolhendo roupas no shopping. Entenda tudo isso e apoie.
6. Cérebro feminino não é um mito
Por insegurança, a maioria dos homens prefere não acreditar na existência do cérebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem não possuí-lo (e algumas realmente o aposentaram!). Então, aguente mais essa: mulher sem cérebro não é mulher, mas um mero objeto de decoração. Se você se cansou de colecionar bibelôs, tente se relacionar com uma mulher. Algumas vão lhe mostrar que têm mais massa cinzenta do que você. Não fuja dessas, aprenda com elas e cresça. E não se preocupe, ao contrário do que ocorre com os homens, a inteligência não funciona como repelente para as mulheres.
7. Não faça sombra sobre ela
Se você quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ela brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda.
Aceite: mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar. O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo.
E meu amigo, se você acha que mulher é caro demais, vire GAY.
Só tem mulher, quem pode!"

terça-feira, abril 27, 2010

Um Ponto de Vista

Passei os últimos anos de minha vida olhando profundamente para dentro de mim, não numa atitude egoísta em que não enxergava outras pessoas, algumas, aliás, muito queridas e do meu convívio, mas numa interiorização que se fez necessária para que eu pudesse melhor me conhecer, lembrando do antigo lema “conheça-te a ti mesmo”. Esse olhar se fez preciso e fez parte de um processo de mudança de casa, de amor, da forma de encarar o trabalho, de amar, de conviver, de viver a vida, enfim. Nesse período, como sempre em minha jornada, a espiritualidade se fez muito presente e me proporcionou que essas mudanças me levassem (e continuam me levando), a um caminho de encontro do equilíbrio, da expansão da consciência, do amor por mim e por todos.
Compreendi, não sem esforço, que somente quando lançamos um olhar inteligente sobre nós e nos propomos a promover as mudanças necessárias, nos vemos capazes de crescer e de ser útil. Percebi que foi preciso admitir minhas próprias falhas, como quem pleonasticamente “encara o bicho de frente”, para poder iniciar o processo de transformá-las em algo melhor. E admitir falhas não é fácil e não é somente “confessar” que erramos uma questão da prova ou que falamos algo impensado, mas admitir que temos medo, dúvidas, carências, insegurança...
No entanto, ao admitirmos a fragilidade que está em nós, percebemos, ao mesmo tempo, que somos também fortes, pois é preciso ser forte para admitir que nem sempre a culpa por alguma coisa é dos nossos amigos, das pessoas que fazem parte da nossa rotina ou do destino que não foi gentil conosco. Esse exercício pode ser dolorido, pois a maior frustração e dor são aquelas que temos com nós mesmas; seria muito mais simples atribuir à vida ou aos demais a responsabilidade pelo nosso infortúnio. Mas o exercício vale a pena.
Percebi ainda que enquanto não praticarmos a lição de casa, sempre estaremos destinadas a sermos vítimas, a reclamarmos que alguém nos pegue constantemente no colo e que sempre nos dê razão e atenção infinitas. Queremos muitas vezes nos apossar do outro para nos sentirmos amadas e, mesmo assim, não acreditamos nesse amor. Sem perceber, armamos nossa própria armadilha. Essa condição de vítima é a que nos causa maior dor.
Por outro lado, como amar o próximo quando somos incapazes de amar a nós próprias? Como perceber e gostar da beleza da lua ou da flor quando não conseguimos sequer olhar no espelho, pois não gostamos do que vemos ali?
Sendo assim, tenho aprendido também que cultivar a auto-estima não está errado; que dedicar um tempo a nós, de algum modo, em meio aos afazares diários agregado à constante oração e fé é essencial para que estejamos minimamente bem. Lembram-se do mandamento “amarás o teu próximo como a ti mesmo”?
Somente quando aprendermos esse item básico (mas não tão básico assim), começaremos a perceber o que é o amor, e que é muito, muito bom termos amigos e amor verdadeiros e que estamos com essas pessoas por opção e não por necessidade. Somente aí começaremos a experimentar o equilíbrio e a capacidade de ser e estar e que o amor, a compreensão, a compaixão, o perdão e a liberdade são vigas mestras para qualquer relação ou atividade altruísta.
E você, o que pensa sobre isso?

Aguardo seu comentário, com muito amor.

Sandra